A participação das filantrópicas nos sistemas de saúde nacional

Associações não governamentais (ONGs), Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), Ordens Religiosas e a Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs) são algumas das entidades brasileiras que sem fins lucrativos se organizam para compor o voluntariado nas instituições de saúde, com um objetivo comum de se solidarizarem para a prestação desses serviços.

De acordo com as informações do Ministério da Saúde a distribuição das entidades beneficentes pelo Brasil se dá da seguinte forma: 63 estão na Região Norte, 512 no Nordeste, 161 no Centro-oeste, 1.406 no Sudeste, região mais populosa do País, e 1.169 no Sul.

As entidades beneficentes desempenham papel relevante para o funcionamento do sistema público e suplementar de saúde no nosso país, correspondendo a cerca de 60% das internações de médias e altas complexidades.

O setor filantrópico é muito importante, pois no não cumprimento do Estado em disponibilizar atendimentos eficazes e dignos para a população é que são exercidas tais atividades de beneficências. As contribuições complementam as receitas dos hospitais para que possam continuar fazendo seus trabalhos.

O crescimento desse setor pode se atribuir às crises, tanto de cunho financeiro, social ou ambiental. Nesses momentos as pessoas estão mais expostas e insatisfeitas e é necessária uma intervenção, criar métodos e caminhos para amenizar e resolver o máximo de problemas possíveis e dessa forma melhorar o dia a dia daqueles que buscam e precisam de tais serviços.

Nós, da Apoio Cotações, com muito orgulho temos em nossa comunidade de hospitais uma carteira de clientes filantrópicos bastante importantes e representativos na saúde nacional.


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